TEMAS DE HISTÓRIA DE SERGIPE I
Prof. DR. ANTONIO LINDVALDO SOUSA
TUTORA:
ANDREZA MATTOS.
ALUNA:CRISTINA
DA SILVA SANTOS
MATRICULA: 11202002
POLO: N. S.
DAS DORES.
CURSO:
LICENCIATURA EM HISTÓRIA
AS
POTENCIALIDADES DA HISTORIA LOCAL PARA PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO EM SALA DE
AULA: O ENFOQUE DO MUNICIPIO DE NOSSA SENHORA DAS DORES
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NOSSO PROGRESSO
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JUNIOR, Arnaldo Pinto. As Potencialidades da Historia Local parta
Produção de Conhecimento em Sala de Aula: ano, 1 n° 3, 2001, pag. 37á40.
Fundamento no texto o autor
relata suas experiências educacionais com os discentes de níveis de níveis
médios e fundamentais, foram momentos felizes e angustiantes, devido ás
práticas estabelecidas pelo sistema educacional Brasileiro, Júnior fala sobre o
historiador Sérgio Buarque de Holanda, chegando a refletir intensamente sobre
seu trabalho, suas peculiaridades diante das idéias coletivas e prevalecentes
que eram determinadas pela sociedade.
Assim o povo desvaloriza a sua
história local por achar os valores e
culturas européias dominantes. A seguir a comprovação do “não reconhecimento do
sujeito histórico em relação ao seu espaço, ao seu tempo e aos seus projetos”.
(ARNALDO 2001, p.37 apud BUARQUE). Desse modo os alunos se distanciarão do
assunto estudado, deixando claro, a falta de relacionamento com a sua
comunidade, com a sua cultura, faltando incentivo contínuo eles se afastarão
dos espaços públicos estudados.
Júnior (2001) comenta sua
intenção de celebrizar algumas práticas exigidas ao estudo da história. A visão
tradicionalista da disciplina refletida pela escola, a torna uma matéria apenas
de conteúdos decorados, como se só existisse uma única forma de assimilar os
diversos conhecimentos da história.
Embasado nisso o autor
desenvolverá um método novo de ensino aprendizagem dessa disciplina,
apoiando-se em elementos motivadores de estudos, buscando valorizar as
vivências dos discentes, levando-os a adquirir conhecimentos históricos,
intermediados pelo professor,conseguindo que os alunos reconheçam, valorize e discuta
seus antepassados culturais através de documentos históricos que permitam
concatenar o presente com o passado.
Arnaldo (2001) acha que fazendo
um exame mais desenvolvido, é possível edificar conhecimentos através da
história local. Ele exemplifica o historiador Marcos A. da Silva e outros que
falam sobre as chances de dissipar equívocos de teorias históricas por meio de
trabalhos que incentive o aluno a se interessar pela sua comunidade,
organizando estudo sobre o espaço, o local e o tempo dos acontecimentos,
equiparando-se com os objetivos da história geral.
Júnior (2001) mostra um proposta
de ensino relacionada a cidade de Nossa Senhora das Dores, onde as experiências
vividas nesta, levem a uma polêmica pelo desejo de modernidade penetrada no
Município antes de 1606, os avanços sociais eram informados através da
designação Sergipana, pois a relevante produção econômica, política e cultural
se sobressai como símbolo da evolução das suas relações sociais.
O progresso chega a Nossa senhora
das Dores em 1606, quando Pero Novais de Sampaio recebe duas léguas de terras
devolutas, doadas pelo capitão-mor Nicolau Felipe de Vasconcelos, destinadas a
criação de gado, mas foi à produção de algodão que alavancou a economia
Dorense. Levando o então município dos Enforcados a mudar o nome para N.S. das Dores e ao
progresso.Assim Dores foi evoluindo e em 23 de outubro de 1920 passou á
categoria de Cidade, desmembrando-se dos municípios de Capela e Divina pastora.
Atualmente a Cidade conta com
quatro pólos de ensino superior, serviços de moto-táxi e táxi-lotação,
facilitando o acesso á capital, possui amplo sinal de todas as operadoras de
celular e até seu próprio portal: Pronet. Destaca-se como pólo de serviço e
comércio da microrregião, mas é ativa também no setor pecuarista e açucareiro.
A Sociedade Dorense faz parte de
um sistema político de versão antidemocrático que perde forças diante do
progresso e do crescimento econômico que traz melhores condições a população
Dorense, convencendo as suas responsabilidades pelo direcionamento da cidade.
Arnaldo (2001) esclarece a
necessidade de que o aprendiz discuta o discurso de Manchester Paulista, por
meio de conclusão das experiências vividas, revelando fatos essenciais da
história da cidade, indagando o passado os alunos entenderão o crescimento
industrial e as relações políticas e sociais.
Assim os grupos de classe
deveriam analisar a história do seu município intermediada pelo docente que
auxiliarão aos seus discentes na construção histórica da história local,
baseando-se em documentos escritos e em suas percepções. O processo de ensino
aprendizagem destacado pelo autor, fala de como trabalhar com a história local,
por meio de pesquisas e fundamentada em documentos na expectativa da história
global, levando os alunos a produzirem conhecimentos através dessa história. O
autor conclui que todos devem participar do ensino aprendizagem e valorizar a
restauração das memórias preservadas por documentos históricos sem distorcer o
passado.
REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA
JUNIOR, Arnaldo Pinto. As potencialidades da história local para a produção de conhecimento em
sala de aula: o enfoque do município de Sorocaba. In: História: Área do
conhecimento. Ano 1, nº 3, 2001, pp. 37-40.
IBGE – divisão
territorial e limites territoriais. 2008